Cadê meu GPS? Cadê meu carro???

Hoje eu tive um típico dia de paulistano. Só que não. Campineiro, sei lá. Dia de trabalhador sofredor de cidade grande que só se ferra. Mas já não era sem tempo… imagina se eu ia acabar meu primeiro ano morando na selva de pedra sem dar uma dessas…. e tudo por culpa dessa senhora:

A primeira vez que me perdi em Campinas (acho que e contei aqui), foi quando vim procurar casa.. imobiliária. Ingênua, achei que o centro da cidade era onde tudo se resolvia, mas passei horas rodando aquelas ruas todas iguais e não cheguei a outro lugar senão a rua das putas. É como eles chamam. Em plenas 15h, sol da tarde brilhando, e uma rua de pedra lotada de botecos degradantes e prostitutas me chamando em suas respectivas portas. Seria cômico se não fosse trágico, e será o tema do meu primeiro conto (sim, começarei a escrever contos nas férias, fiquem ligadinhos).

Na segunda, foi devido a um raciocínio bem óbvio: se o ônibus parou aqui na vinda, ele tem que parar aqui para voltar também, mesmo que demore um pouquinho mais. Não, amigo, não demorou um pouquinho. Eu peguei o ônibus no shopping com a ingênua intenção de voltar para casa, há 10 minutos de distância, e acabei indo parar, adivinhe só: em Campo Grande – SP. Saí do shopping às 16h e cheguei em casa quase às 23h. Sem mais.

Mas meses depois, eu jurava que já sabia andar de ônibus nessa joça ( e diga-se de passagem, que agora custa R$3,30). Então, o caso é que eu consegui fazer a proeza de me perder no mesmo ônibus! #putaquepariuderodinha ! Dessa vez eu peguei o ônibus do lado certo do shopping, sentido indo para o meu bairro, só que essa porcaria mudou de itinerário e o primeiro dia foi quando? Adivinha… não, não bastava ser hoje, que tava fazendo um puto calor de uns 40° com sensação térmica de 50º – sim, o capeta mora em Campinas e a casa dele não tem porta. Acontece que eu também estou com uma super hiper mega cólica o dia todo, tava morrendo de dor  de cabeça e… e… COCHILEI. NO DIA EM QUE O ONIBUS MUDA DE ITINERARIO. Poha! Pareciam ter se passado apenas 5 minutinhos, e quando me dei conta estava no meio de uma rodovia que eu até agora não tenho a menor ideia de onde ficava. Sai correndo para perguntar a cobradora se não ia para o bairro e ela disse que já havia passado por lá há uns 15 minutos, sendo que ficaram uns 6minutos dentro do terminal. Poha, amiga, custava acordar a desavisada?  Ponto final, ônibus vazio… sacanagem… Só sei que saltei num ponto lá, atravessei a rodovia e subi num ônibus que foi para o terminal… fiz a bendita transferência e quando achei que finalmente estava indo para casa, a poha do ônibus quebra e ficamos mais 45minutos esperando um carro chegar.

Conclusão: eu preciso urgentemente de um carro e um GPS que funcione. A Gê cortou relações comigo pelo celular, porque desde quando fui na USP, ela nunca mais deu sinal de vida. E mais uma vez, vai tomar no c*, sistema de transporte público do estado de SP.

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